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Produtividade depende de tecnologia. E tecnologia depende de facilidade

Produtividade depende de tecnologia. E tecnologia depende de facilidade

O Brasil pós-crise será, com certeza, um país muito mais automatizado. Como afirmar com tanta segurança? Com base em uma avaliação bastante lógica do cenário atual, em que as empresas amargam altíssimos custos, tendo na mão de obra o mais alto deles e na tecnologia uma alternativa para baixa-lo e tornar suas operações mais produtivas e competitivas.

Um país possui quatro pilares de produtividade: infraestrutura e tributação, ambos fundamentalmente controlados pelo poder público, sobre os quais o empresariado não tem qualquer possibilidade de arbitrar; educação, sobre o qual o empresário tem controle limitado, podendo investir no aperfeiçoamento das pessoas que emprega, mas não tendo alcance sobre a educação de base – que, muitas vezes falha, reduz a entrega de profissionais altamente capacitados ao mercado -; e a tecnologia, por fim.

Esta última, o único pilar sobre o qual as empresas têm controle maior, limitado apenas pela capacidade de investimento. Nela reside a alternativa de que tratamos no início do artigo.

Há anos a inflação de salários em todos os setores da economia tem sido alavancada pela escassez de mão-de-obra qualificada. Por outro lado, os altos custos de contratações CLT em paralelo à retração econômica engessam as possibilidades de ampliação das equipes ou mesmo a manutenção dos times já formados nas empresas, gerando um movimento de enxugamento em muitas companhias consolidadas e de contratação a salários baixos nas mais novas.

Para evidenciar isso estão aí, diariamente na mídia, as brigas de sindicatos e entidades da classe trabalhadora com o governo federal e empresas para evitar demissões, pois é conhecida a dificuldade de recontratação no contexto atual. A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 6,7% em maio, ante 6,4% em abril, a maior taxa para o mês desde 2010 e, segundo análises como do BNP Paribás, deve encerrar o ano em 6,7%, subindo para 8,8% em 2016. Avaliando as diversas variáveis econômicas em jogo, não é de se esperar que esta esfera retorne a um patamar favorável tão cedo.

A tecnologia torna viável a continuidade e otimização das operações de empresas de todos os setores sem os altos encargos de recursos humanos, que têm tirado competitividade do país nos últimos anos, especialmente em segmentos que demandem muita mão de obra agregada.

Softwares de gestão, por exemplo, automatizam processos de ponta a ponta do negócio, integrando as bases e a circulação da informação, permitindo análises precisas para potencializar a tomada de decisões, reduzindo o tempo de execução de tarefas e eliminando retrabalho e erros em rotinas diversas, o que gera recursos que dão clareza para um gerenciamento assertivo – fundamental em tempos em que um engano ou contratempo pode custar um contrato, e um contrato é artigo precioso mediante a represa de investimentos acarretada pelas incertezas macroeconômicas.

Não é por acaso que tanto se fala em transformação digital e na necessidade inadiável das empresas de estabelecerem uma estratégia de adesão a ela. O mercado atual pede investimento em tecnologia para assegurar produtividade e competividade (leia-se: sobrevivência corporativa).

E esta estratégia tem que passar não apenas pela decisão de investir em Tecnologia da Informação, mas, principalmente, pela escolha de soluções adequadas a cada negócio, evitando o dispêndio dos já tão calculados recursos em ferramentas que serão subutilizadas. Quanto mais a tecnologia adquirida for usada, maior será o retorno para a empresa em ganho de produtividade.

Para garantir este uso maximizado, é fundamental que os usuários entendam e se adaptem facilmente à tecnologia. Logo, softwares muito complexos serão um atalho direto para a criação de planilhas e processos paralelos, acabando com o objetivo da automatização e controle e jogando o investimento feito no lixo.

A tecnologia precisa ser fácil. Um software acessível ao usuário é pensado neste conceito desde sua programação, gerando uma ferramenta fácil para quem a desenvolve, útil e amigável para quem a utiliza.

A tecnologia é um dos pilares da produtividade do país, e a facilidade de uso é sua viga mestra. Investir nestes dois fatores combinados é garantir a solidez da estrutura corporativa para enfrentar as intempéries do mercado atual.

*Robinson Klein é CEO da Rede Cigam.

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